Tennessee Ordena Suspensão de Mercados de Predição
Estados Unidos.– 14 de janeiro de 2026 – www.zonadeazar.com O Conselho de Apostas Esportivas de Tennessee exigiu a suspensão imediata das operações de mercados de predição geridos por plataformas como Kalshi, Polymarket e Crypto.com, alegando operação sem licença e violação da legislação estadual de jogos.
Visão geral
As notificações não judiciais instruem as empresas a interromper novos mercados de predição e cancelar todos os contratos abertos, assegurando reembolso total dos usuários até o fim do mês. A decisão aponta que estes produtos se enquadram como apostas, sujeitas a licenciamento específico sob as leis de Tennessee.
Detalhes e contexto
Os principais pontos levantados pelas autoridades incluem operação sem licença, violação da idade mínima exigida (21 anos), ausência de controles contra lavagem de dinheiro e carência de mecanismos de proteção ao jogador.
O Conselho argumenta que mercados de predicação, apesar de parecerem produtos financeiros ou contratos derivativos, oferecem apostas sobre resultados de eventos esportivos, exigindo conformidade com normas de jogo licenciadas.
Subtemas do setor
• Classificação regulatória – A crescente intersecção entre produtos de predição e apostas tradicionais desafia estruturas legais consagradas.
• Foco na proteção do jogador – A exigência de idade mínima, limites e medidas responsáveis de jogo torna-se crítica em qualquer produto regulamentado.
• Inovação sob escrutínio legal – Modelos financeiros digitais devem alinhar-se às exigências de licenciamento para evitar penalidades.
• Tendência nacional de fiscalização – A ação pode inspirar outros estados a adotar políticas semelhantes, elevando o padrão de supervisão.
• Consequências econômicas – Penalidades progressivas por descumprimento indicam que o órgão está pronto para aplicar sanções mais duras se necessário.
Perspectiva futura
A medida aponta para um movimento regulatório mais rígido nos Estados Unidos, incentivando plataformas a buscar licenças específicas ou reconfigurar produtos para se adequar às leis de jogo. O caso reforça que inovação não está acima das normas e que proteção ao consumidor é um pilar inegociável.
🔗 Editado por: @_fonta www.zonadeazar.com