IBJR Defende Combate ao Mercado Ilegal no Desenrola 2.0

Brasil.– 12 de Maio de 2026 – www.zonadeazar.com O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável afirma que o combate ao mercado ilegal de apostas será essencial para garantir a eficácia do programa Desenrola 2.0. A entidade alerta que restrições excessivas ao mercado regulamentado podem fortalecer plataformas clandestinas que operam fora do controle estatal.

Visão geral

O IBJR reforçou que as medidas de proteção financeira previstas no Desenrola 2.0 dependem diretamente de uma ofensiva rigorosa contra o mercado ilegal de apostas esportivas e jogos online. Segundo o instituto, o ecossistema regulado brasileiro já possui mecanismos de monitoramento, compliance e jogo responsável inexistentes nas plataformas clandestinas.

Detalhes / Contexto

O posicionamento ocorre em meio ao debate político e econômico sobre possíveis restrições a consumidores endividados dentro do programa Desenrola 2.0. O instituto argumenta que limitar o acesso ao setor regulamentado pode incentivar a migração de usuários para operadores ilegais sem fiscalização e sem mecanismos de proteção ao consumidor.

O IBJR também destacou dados da LCA Consultoria indicando que as apostas realizadas em plataformas licenciadas representam apenas uma pequena parcela do consumo das famílias brasileiras. Segundo a entidade, o principal fator de endividamento continua sendo o alto custo do crédito.

Contexto de mercado

O combate ao mercado ilegal tornou-se um dos principais pilares estratégicos da indústria regulamentada de apostas no Brasil. Estimativas citadas pelo IBJR apontam que plataformas clandestinas movimentam cerca de R$ 40 bilhões por ano fora do sistema fiscal e regulatório brasileiro.

A entidade também alerta que operadores sem licença podem aproveitar grandes eventos esportivos, incluindo a próxima Copa do Mundo, para ampliar sua base de usuários no país. Segundo o instituto, isso poderia gerar perdas significativas de arrecadação e maiores riscos para consumidores vulneráveis.

Impacto

A posição do IBJR reforça uma tendência crescente dentro da indústria regulamentada: deslocar o debate público da proibição para o fortalecimento das ações contra operadores ilegais. A entidade defende que regulamentação, educação financeira e jogo responsável devem atuar de forma integrada para proteger o consumidor brasileiro.

O debate também pode impactar futuras decisões regulatórias no Brasil relacionadas à publicidade, pagamentos, identificação de usuários e bloqueio de plataformas clandestinas.

Perspectiva futura

À medida que o Brasil avança na consolidação de seu mercado regulamentado de apostas, o combate ao mercado ilegal passa a ocupar posição central nas discussões institucionais e políticas. O setor entende que a sustentabilidade do modelo dependerá da capacidade do Estado de limitar a atuação de operadores não autorizados e manter o consumo dentro de um ambiente seguro, transparente e fiscalizado.

🔗 Editó: @_fonta www.zonadeazar.com

Compartir: